"Você ora quando está aflito ou precisa de algo; mas também poderia orar na plenitude de sua alegria e em seus dias de abundância." Khalil Gibran

"Eu amarei a luz porque me mostra o caminho, mas eu vou suportar a escuridão porque me mostra as estrelas" Og Mandino

quinta-feira, 24 de março de 2011

Curiosidades sobre a Banda Resgate

Curiosidades so
Conheça mais detalhes sobre como são criados os CDs da Banda Resgate.
Como surgiram as músicas do novo CD ?
11.  A Terapia 
Essa música foi também composta há  muito tempo, 2006 se não me engano. Foi num ensaio que trouxe a idéia. A música nasceu do riff final, daí criei a melodia e juntos trabalhamos o arranjo. A melodia é exatamente a mesma que foi composta a 4 anos atrás. Na pré produção o Jorge achou que deveríamos colocar uma ponte entre a estrofe e o refrão, mas não ficou legal, achamos que a melodia ficava melhor como foi composta. A letra foi feita na pré produção. Eu o Marcelo e o Jorge fizemos juntos.
 
O Dudu trabalhou com aqueles timbres estranhos no começo, a gente se divertiu gravando. Tinha até  uma frase numa melodia meio oriental, pra parecer mais maluca, mas decidimos tirar, era out side demais pra nossa cabeça quadrada de roqueiro, ou talvez tenha ficado mesmo ruim, o fato é que retiramos e tudo bem rsrsr.
 
Mais uma curiosidade, é que na gravação é hábito o guitarrista compor um solo mais elaborado do que na demo tape, e colocar algo mais pensado na gravação final. Neste caso, o solo de guitarra feito de improviso 4 anos antes, acabou ficando praticamente o mesmo. Isso já havia acontecido com o Mito, quando gravamos “ Te encontrar” do CD “Até eu envelhecer”, o solo de guitarra feito no disco foi exatamente o mesmo feito de improviso no dia da composição. Detalhes tão pequenos de nós dois, guitarristas, ou tocadores de guitarra.....
 
No caso da letra, a idéia foi falar sobre aquele cara que se entrega a Jesus e começa um processo de conversão. Cada culto, cada classe, cada discipulado se constitui numa “terapia” que vai se desenrolando.
 
O refrão é uma rendição ao Senhor. Alguém que se rende e se entrega totalmente a Deus nessa terapia, que está disposto a ser tido como louco para o mundo, “enlouquecer” no reino de Deus. Alguém que sabe que apenas uma migalha que cai da mesa de seu Senhor já lhe é suficiente, uma amostra grátis, já bastaria. Alguém que não tem hora nem pressa quando está na presença de Deus, e nessa consulta não se preocupa com relógio, mas conta as horas pra chegar na Igreja, pra ouvir a Deus e pra estar na sua presença.
 
Esta música é uma das minhas preferidas. Depois que o CD fica pronto, a gente costuma ouvir pra ter a sensação completa do trabalho, da seqüência das músicas e curtir o filho que nasceu, mas passados alguns dias eu pelo menos, não fico ouvindo o CD o tempo todo, mas quando acontece, quando as crianças colocam no carro, ou alguém está ouvindo, eu sempre pulo faixas pra curtir “A Terapia”. Sei lá, é gosto, é uma das minhas preferidas.
 
2. Depois de Tudo - Esta  música nasceu a partir do riff da guitarra. Se não me engano foi em 2007, num ensaio.
Estávamos eu, o Jorge e o Dudu, que eu me lembre, era um ensaio só com 3, pra composição.
Gravamos algumas idéias, mas nada de especial.
Quando nos juntamos para compor, registramos tudo pra ouvir depois e extrairmos alguma idéia boa.
Neste dia, nada foi muito promissor, tínhamos gravado 3 idéias mas nada de especial.
Foi então que mostrei um riff e o Dudu achou horrível e disse que era muito complexo, que deveríamos ser mais diretos, então de brincadeira eu toquei o riff da introdução, como quem faz qualquer nota só de brincadeira, e disse: “Assim tá bom?” e dei risada...
Foi então que ele disse “É isso!”
Então, harmonizou com os acordes da intro, e realmente ficou muito legal.
Foi uma luz naquela tarde vazia de idéias.
Fizemos uma melodia e o “la, lá, lá, lá” de sempre.
Ouvi muito a harmonia e tinha certeza que deveríamos mudar a melodia.
Durante o meu recesso em 2009, tive a idéia da melodia e parte da letra.
Fizemos um ensaio no final de 2009 lá no estúdio Vip, e mostrei a todos.
Gravamos então a nova idéia.
Pra mim tava tudo bom, mas o Jorge e o Dudu não gostaram da maneira que eu cantava a estrofe e o refrão.
 A letra era “Andar sem olhar pra trás jamais/Saber que a tua mão me guarda/Guardar na memória a minha história, etc...”
Foi aí que mudamos pra “Pra sempre eu vou andar sem olhar pra trás jamais, etc...”
Pra variar, eles tinham razão, ficou melhor, e eu mudei a letra.
Essa música fala um pouco da vida de todos nós.
Vivemos, acertamos e erramos.
Vivemos coisas boas e coisas não tão boas, mas que fazem parte da vontade do Senhor pra nós.
O que importa é que nossa vida é um sacrifício vivo, e que nos entregamos a Deus.
 Vivemos cada dia como se estivéssemos às vésperas da volta de Cristo, não olhamos pra trás, em tudo temos lições a aprendemos, atravessamos o deserto e depois de tudo ainda cremos na promessa.
É assim que a gente vive, é assim que a gente aprende.
5. Neófito - Esta música nasceu em 2006, eu havia feito o riff do refrão na guitarra, uma coisa meio anos 60, e achei legal. Já no ensaio, junto com o Jorge e o Dudu, criei uma melodia de estrofe e uma ponte, mas não tinha letra. Isso ficou guardado.
 
A letra surgiu da primeira frase “ Não há mais nada que me prenda ao que eu não quero mais fazer”.
 
Pensei num recém convertido, daí o título Neófito. É como se os amigos das antigas, pessoas que confundem dinheiro com vida, que comparam coisas de valores diferentes, quisessem que ele voltasse atrás. Um novo convertido passa por isso, ninguém o entende, mas ele continua. Todos querem explicações, porque não vai mais à balada, ou porque largou as amizades. Na verdade é um conflito terrível. O inimigo mata nesse nascedouro muitas vidas. Mas quem ouviu a loucura da pregação, é mais louco que os normais da terra. Quem saiu do inferno e foi ao céu, não quer mais voltar e não precisa dar explicações. São tantas teorias, tantas doideiras que o mundo faz pra nos levar de volta, mas como Pedro e João, não podemos parar de falar do que temos visto e ouvido, e não cansamos de viver com Deus. 
Depois na gravação o Dudu teve uma idéia mais simples para a cadeia de acordes da estrofe, o que realmente estava correto. Uma guitarra a menos aqui, e uma a mais ali, acho que o arranjo ficou bom.  
 
No final teve uma curiosidade. No momento da gravação do baixo, o Marcelo sem querer, mudou a cadência provocando uma inversão dos acordes já gravados pelas guitarras, ficou incrível, regravamos algumas partes pra encaixar e o final da canção ficou melhor do que o composto. Quando a gente não conhece música as coisas precisam acontecer por acaso...rsrsrs
 
Talvez seja Deus ajudando a gente a fazer diferente, acho que é cansativo ouvir uma banda por 21 anos utilizando sempre os mesmos 3 acordes. Será que até Deus se cansa...???(rsrsrs). Pelo sim ou pelo não, sempre Deus seja louvado, é Ele quem nos ajuda...sempre... 
“ Mas eu não posso parar de falar
 
O que os meus olhos não cansam de enxergar
 
Comecei por um dia e nunca mais eu vou parar
 
Fui do inferno ao céu e não quero mais voltar
 
Não preciso e não vou me explicar”
1. Hora do Brasil – Tínhamos feito a música, aliás quase sempre nasce primeiro a música, primeiro a melodia, e depois a gente faz a letra e muda algo na música se for necessário. Fiquei ouvindo no iPod a música e tentando imaginar uma letra. Eu ia balbuciando no trânsito, tentando ter alguma inspiração.
Minhas inspirações são as mais esquisitas possíveis. Gosto muito do desenho “Vida de inseto”, assisto com meus filhos e sempre vejo a moral da história para ensiná-los algo. Neste desenho da Disney, os gafanhotos querem dominar as formigas pelo medo, mas elas saem da opressão pela força da sua unidade e pela sua criatividade. Eu disse aos meus filhos que espiritualmente é  assim que as coisas acontecem. O diabo e seu exército são como os gafanhotos, e nós somos a Igreja, nossa unidade e a força do reino que sempre estão a nosso favor.
 
Enquanto cantarolava palavras, me veio à memória uma cena em que as formigas crianças, fazem um jogral para o grupo de atores insetos, como a gente faz na escola quando se é criança. Aí a letra nasceu. Tinha o desejo de falar sobre a maneira inescrupulosa como a imprensa se manifesta no Brasil, e como a mídia de maneira maligna, investiga, julga, sentencia e explora a imagem de pessoas que não tiveram nem tempo de se defender. Tudo em nome da informação, tudo em nome da velocidade.
 
Infelizmente o ser humano se transformou em uma mercadoria. Pessoas são compradas, vendidas, usadas, traficadas, exploradas e mortas, para que outras tenham lucro. Esse é um plano de satanás, que se utiliza de todas as formas para matar, roubar e destruir, a mídia é apenas uma delas.
 
“Eu sei que eu vou viver, e um dia eu hei de ver o meu país aos teus pés, Deus!” 

Histórico da Discografia
Resgate é uma banda de rock gospel paulista formada em 1989 por Zé Bruno (guitarra e vocal), Hamilton Gomes (guitarra) Jorge Bruno ( bateria) e Marcelo Bassa ( baixo). Resgate desde o início teve uma mesma diretriz, usar o rock para falar de Jesus a uma geração.
A tendência da banda sempre foi o Rock dos anos 60 e 70, revestido de uma linguagem própria com influências diversas provenientes dos mais distintos estilos musicais.
 
O primeiro CD “Vida, Jesus e Rock’n’Roll”, foi gravado de forma independente. Sem as ferramentas e os softwares que hoje conhecemos, o disco de vinil foi gravado em um estúdio de 8 Canais. Uma máquina Tascan e uma bateria eletrônica fizeram parte da minúscula parafernalha de gravação. Gravado em um home estúdio de Rick Bonadio e com a produção de Edson Guidetti, o disco foi lançado em Dezembro de 1991. O início do movimento Gospel em São Paulo e o advento de rádios cristãs em todo país contribuíram para o avanço da banda. “Ele Vem” e “Rock da vovó” foram marcas deste trabalho, esta segunda que até hoje faz parte do repertório dos shows da banda.
 
Em 1993 já com contrato assinado com a Gospel Records, que assumiu também a distribuição do primeiro álbum, começa a produção do segundo trabalho – “Novos Rumos”. Gravado em 24 canais no Belo estúdio na Serra da Cantareira de Rick Bonadio em São Paulo, e contando com a produção de Edson Guidetti mais uma vez, a banda ganha uma qualidade maior no produto. “Daniel”, “Todo Som” e “Florzinha”, antiga canção infantil, forma as faixas de trabalho. O humor sempre fez parte das letras que de forma leve e compreensiva, falam daquilo que Deus é e faz para quem nunca entrou em uma Igreja.
 
1995 foi o ano do amadurecimento. A banda vai definindo sua sonoridade, o amadurecimento musical, cresce e começa em fevereiro deste ano a gravação de “On the Rock”. Agora em sistema digital, ainda que embrionário se comparado ao que hoje se conhece, o agora CD passa a ser gravado no Estúdio 43 em São Paulo com a produção do competentíssimo Paulo Anhaia. Neste álbum pode-se notar o amadurecimento das letras e a confirmação do bom humor como marca registrada da Banda. Paulo Anhaia foi parte integrante deste processo. “Doutores da Lei”, “Acusador”, “5:50 AM”, “Tempo” e “Palavras”, foram faixas que impulsionaram o grupo a mais um trabalho de sucesso reconhecido pelo público cristão. O Resgate começava a se firmar como uma referência na música gospel nacional. Após o lançamento do álbum, foi gravado o clipe de “Solidão”, que fez Zé Bruno submeter-se a 2 horas de maquiagem para seu envelhecimento gradativo, que era parte do roteiro do clipe.
 
Em 1997 vem mais um novo CD “Resgate”. O álbum que leva o nome da banda aparece com uma sonoridade e uma tendência musical não compreendidas pelo público num cenário onde a música Gospel começava a entrar num processo de repetição. Gravado no Estúdio 43 mais uma vez e com a produção de Paulo Anhaia, “Resgate” é atual em todos os sentidos. Com uma sonoridade “crua” e letras de reflexão contextualizada, o CD é, na opinião da banda, um marco na consolidação do grupo. Mantendo a mesma formação desde o início, a banda vem com músicas como “Liberdade”, “E daí”, “Em todo Lugar”, “Antes” e “O jantar”. Vale a pena conferir este registro histórico e único da Banda.
 
Neste ponto o grupo já havia tocado em quase todo território Nacional, além de Argentina, Uruguai, Inglaterra, Estados Unidos, e posteriormente visitaria Portugal e Angola.
 
Devido a problemas burocráticos com a gravadora, a banda fica 3 anos sem um novo trabalho, fazendo shows pelo país porém sem uma oportunidade de produção, até que em 2000 inicia um novo trabalho, que talvez tenha sido a mais importante até o momento, e que projetou a banda de uma forma muito abrangente no cenário do Gospel Nacional – “Resgate Praise”.
 
Com uma proposta de composições verticais, com letras de louvor, porém mantendo a mesma tendência roqueira, o trabalho teve aceitação automática. Gravado no moderno Estúdio Midas, o CD marca o reencontro com um velho amigo, Rick Bonadio, proprietário do Estúdio. Paulo Anhaia assina a produção técnica mais uma vez com um trabalho primoroso. “Sete dias”, “O nome da paz”, “Restauração”, “Infinitamente mais” e “Te vejo” são algumas das canções do CD e que se tornaram a base do repertório da banda em seus shows. Com a utilização de piano acústico e Hammond Organ, executados por Beto Paccielo, o grupo se firma na sonoridade dos anos 70, temperando o repertório com classe, o que não ocorrera ainda nesta “Guitar Band” tradicional. Há quem diga que “Resgate Praise” foi o trabalho mais importante da banda, pelas abordagens, pela sonoridade impecável, pela introdução de um back vocal no mais requintado estilo “Black Music”, que misturado ao rock trouxe um tempero  até então não explorado, e também pela escolha assertiva do repertório.
 
No ano seguinte a banda surgia com “Acústico”, que contava com as canções mais importantes do grupo até então e mais duas inéditas “Lucifeia” e “Água Viva”. Gravado ao vivo no antigo cine Copan, a banda foi acompanhada por Márcio “Woody” ao piano, um naipe de metais, cordas e back vocais. Na onda dos acústicos, foi um dos CDs mais vendidos da Banda, ultrapassando facilmente a marca de 100.000 cópias vendidas em pouquíssimo tempo, e obviamente caindo no agrado dos fãs. Para a banda foi um trabalho importante, mas numa crítica interna, o grupo nunca gostou do resultado sonoro da gravação ao vivo. O lançamento foi acompanhado de um VHS com as imagens do show ao vivo.
 
Depois de 13 anos de banda com a mesma formação, Dudu Borges foi trazido por Jorge Bruno a um ensaio para substituir Márcio Woody, nos preparativos de um novo trabalho, era o início de 2002. Dudu Borges substituiria Woody naquele ensaio, mas foi um daqueles encontros sobrenaturais que não tem explicação. Dudu Borges não só participou do ensaio como gravou o CD e acabou sendo parte integrante da banda. O CD era “Eu continuo de pé”. O nobre binômio Midas Estúdio e Paulo Anhaia foi repetido, mas na opinião da banda, o acerto no repertório não foi nada nobre. Para os integrantes do Resgate, “Eu continuo de pé” é um CD fora de padrão, abaixo da crítica interna da banda. Apesar disso “A Resposta”, “Dez leprosos” e “Pra todos os efeitos” foram canções muito executadas, pelo grupo.
 
Campinas foi a cidade escolhida para ser palco da gravação de “Resgate 15 anos”. Contando com 3 canções inéditas e um repertório que contava a história da banda, em 2004 foi gravado o CD e DVD. Dudu Borges foi o produtor. Além do CD e DVD, o grupo gravou o clipe da música “O meu lugar”, em 16mm, que até hoje é recorde da banda em visualizações no Youtube. Uma curiosidade é que o clipe foi gravado no Aeroclube de Guaxupé e mostrava um bimotor levantando vôo enquanto a banda tocava na pista. Na primeira tentativa, uma de decolagem rasante quase faz o grupo perder a cabeça, literalmente!
 
Em 2005 o grupo começa a pré-produção de um trabalho que seria lançado no ano seguinte – “Até eu envelhecer”. Gravado no Estúdio 12 ( Antigo 43) com a produção de Dudu Borges, o álbum chega forte. Sonoridade “gringa” e repertório marcante. “Passo a Passo”, “Meus pés”, “A gente” e “Astronauta” dentre outras, fazem deste trabalho um dos mais importantes da banda. Com 17 anos de estrada não se poderia esperar nada diferente disso. Um dos preferidos do grupo, “Até eu envelhecer” é auto biográfico. A longevidade da banda tem sinais de jovialidade e manda o recado da continuidade.  O CD rendeu um registro ao vivo, o show de lançamento no Tom Brasil-SP gerou um DVD e um CD  lançados em 2007. O trabalho ao vivo já foi uma produção quase independente, a Gravadora participou apenas da distribuição do álbum. Um clipe bem humorado da música “O médico e o monstro” divulgou o CD e o DVD. Dirigido por Kako Alves, amigo inseparável do Resgate e que já havia dirigido o clipe de “ O meu lugar” e o DVD “Até eu envelhecer”, o clipe bem humorado mostra a banda misturada a imagens da produção cinematográfica de 1923 do filme “O médico e o monstro”.
 
A banda inicia 2009 com uma proposta de Maurício Soares ( MS Produções): A gravação de um novo projeto. O plano era o lançamento em Dezembro de 2009, mas compromissos ministeriais ocuparam a agenda da banda e o projeto seria então gravado em janeiro de 2010 para lançamento em abril Do mesmo ano. Maurício Soares é contratado como Diretor Artístico da Sony Music no final de Dezembro de 2009, e o projeto ganha novas cores. Convidada a assinar contrato, a banda entra em estúdio como artista Sony Music e lança o trabalho em Junho de 2010. Muitos perguntam à banda o porquê do título, e a resposta do grupo é simples:
 
“Sempre que alguém nos pede um autógrafo na capa de um CD, nos pergunta se este é o último trabalho da banda, agora não precisam mais perguntar, já sabem “Ainda não é o último””.
 
Destaque para “A hora do Brasil”, “Depois de tudo”, “Outra vez”,  “Tudo Certo”, “O Vesúvio” e “Una vuelta más”.  A comédia fica por conta de “Jack, Joe and Nancy in the Mall (The book is on the Table)”, “Transformers” e “Genérica”. O CD encerra com a belíssima “Vou me lembrar”, uma reflexão para os cristãos do século 21.
 
Na opinião da banda, é o melhor trabalho do grupo. Gravado no Estúdio Vip –SP com produção de Dudu Borges, o CD demonstra um Resgate com ares de novidade. Um contraponto às tendências da música cristã brasileira da atualidade, “Ainda não é o último”, anda na contramão da correnteza. Criativo, engraçado, espiritual, atual e profundo, o CD sai do lugar comum, fala de 2000 anos atrás e não soa como o Jornal de ontem.
 
Depois de 21 anos Resgate se orgulha de ser simplesmente um grupo de rock de garagem, que não tem nada de mais, se comparado ao virtuosismo musical vigente no rock, que está longe de ser uma unanimidade, mas que reconhece a sua importância. Uma banda que depois de 21 anos se mantém a mesma. Os cabelos mais curtos e mais brancos, mas com uma virtude: continuar se comunicando com uma faixa etária que é alvo fácil para as destruições dos tempos modernos: o jovem. São velhinhos que guardaram o oxigênio e ainda querem dar a Deus a sua longa juventude.
 
Quando perguntados sobre o futuro, respondem: “Continuar vivos e respirando, pra trabalhar muito pra Deus e fazer com que este CD realmente não seja o último”.
Fonte: www.bandaresgate.com.br

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